terça-feira, 8 de abril de 2014
TRABALHO DE GEOGRAFIA
O Espaço Urbano Brasileiro
A criação de grandes áreas urbanas, metrópoles e pólos tecnológicos é fruto da migração, da imigração, da expansão do sistema de transportes, do exôdo rural e do desenvolvimento econômico e social do país.
Hoje, o que vemos é um predomínio da cidade sobre o campo. As áreas urbanas são consideradas de maior interesse econômico.
As maiores metrópoles nacionais são: São Paulo e Rio de Janeiro. Essas duas cidades comandam a vida econômica do país e são ligadas pela maior estrada brasileira: a Rodovia Presidente Dutra.
Algumas cidades dessa região são amplamente urbanizadas e economicamente importantes, como São José dos Campos, Taubaté, Volta Redonda, Campinas, Ribeirão Preto e Bauru.
O Brasil também conta com sete metrópoles regionais: Porto Alegre, Curitiba, Belo Horizonte, Salvador, Recife, Fortaleza e Belém.
A urbanização brasileira esteve relacionada com o aumento da pobreza e o surgimento de grandes favelas e áreas periféricas do país. Essas áreas não contam com serviços de infraestrutura, como saneamento básico, escolas e sistema de transporte coletivos. Isso acaba levando essa população a uma condição de vulnerabilidade social.
Hoje, o espaço urbano brasileiro é dominado pelo grande tráfego de veículos, e a carência por fontes de energia e investimentos sociais. Conforme, a população brasileira cresce nas áreas urbanas, os governos encaram mais desafios para promover o desenvolvimento do país.
Vamos entender melhor a estrutura do espaço urbano brasileiro a partir de alguns conceitos:
Distritos - São unidades administrativo-territoriais que compõe o município. São criados para garantir a descentralização e a melhor distribuição dos serviços públicos. São comandados pelo sub-prefeito.
Município – É uma divisão territorial-administrativa, governada pelo prefeito.
Cidades turísticas – Têm no setor de turismo sua principal fonte de renda.
Cidades industriais – São importantes pólos industriais e de tecnologia. Economia baseada no setor industrial.
Cidades portuárias - São cidades próximas a portos, como São Sebastião e Santos.
TRABALHO DE GEOGRAFIA
Violência contra a mulher: Opinião do brasileiro sobre estupro gera protestos
Os resultados da pesquisa "Tolerância social à violência contra as mulheres", divulgada em março de 2014 pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), provocou diversas reações nas redes sociais após apontar que 65,1% dos entrevistados concorda total ou parcialmente que "mulheres que usam roupas que mostram o corpo merecem ser atacadas”.
Poucos dias após a divulgação da pesquisa, o Ipea reconheceu que o resultado estava errado. O percentual correto para a questão é 26%. Mesmo assim, a pesquisa levantou outros pontos que chamam atenção: Para a maioria dos entrevistados (58,5%), "se mulheres soubessem se comportar, haveria menos estupros" e para 65,1%, “mulher que é agredida e continua com o parceiro gosta de apanhar”.
Outros resultados apontaram que 22,4% concordam que a questão da violência contra as mulheres recebe mais importância do que merece; para 54,9% existe mulher que é para casar e mulher que é pra cama; e para 27,2%, a mulher casada deve satisfazer o marido na cama, mesmo quando não tem vontade.
Repercussão
A conclusão de que a culpa pelo crime do estupro seria da própria vítima –resultado que depois se mostrou errado-- chocou a opinião pública e gerou uma campanha nas redes sociais logo após a divulgação da pesquisa. Criado no Facebook pela jornalista Nana Queiroz, de Brasília, o movimento #eunãomerecoserestupradapropôs que o internauta tirasse uma foto de si mesmo com uma placa com o mote da campanha.
Apesar do efeito viral positivo, centenas de usuários postaram ameaças e agressões na página do evento, comprovando que o pensamento de parte da sociedade não está tão distante da pesquisa. Um dos agressores, por exemplo, segurava um cartaz com os dizeres "#eu já estuprei e estupro de novo". Outros ameaçaram as manifestantes de estupro. Organizadores do evento procuraram a polícia, que vai identificar e tentar enquadrar os agressores por apologia e intenção ao crime.
A repercussão da pesquisa foi também reflexo de acontecimentos anteriores. Na semana que antecedeu a divulgação da pesquisa, a violência contra o sexo feminino também ficou em evidência com os casos de vítimas de abusos sexuais no metrô e nos trens de São Paulo. Páginas de internautas que incentivam o assédio de mulheres no transporte público têm sido monitoradas pela polícia, como os autodenominados “encoxadores do metrô”, uma comunidade de 12 mil usuários no Facebook.
Em fevereiro deste ano, quatro anos após ter sido produzido, um curta-metragem da cineasta francesa Eléonore Pourriat fez sucesso na internet. No vídeo “Maioria Oprimida”, ela mostra como seria o mundo se os homens fossem sistematicamente alvo de ofensas físicas e verbais por mulheres, com situações que elas lidam no dia a dia. Em entrevista ao jornal britânico The Guardian, a diretora criticou o sexismo e disse que o filme está mais atual do que nunca. “Meu filme fez sucesso agora por que certos direitos estão ameaçados. É como uma maré negra”.
No Brasil, o site Think Olga promove a campanha “Chega de Fiu Fiu”, que pede o fim das cantadas e do assédio sexual às mulheres. Em pesquisa feita pelo site, 81% das mulheres já deixaram de fazer alguma coisa (como passear) por medo do assédio masculino na rua.
Todos esses casos revelam como o estupro e o pensamento machista ainda estão presentes na nossa cultura e nos números de violência.
Segundo dados do 7º Anuário Brasileiro de Segurança Pública, os casos de estupros no Brasil superam os de homicídios dolosos. Em 2012, foram 50 mil casos registrados. Pelo Twitter, a presidente Dilma afirmou que os dados são alarmantes e lembrou que muitas mulheres ainda não denunciam a violência por medo e vergonha.
Atualmente, somente uma pequena parcela dos estupros chega ao conhecimento da polícia. A partir de estatísticas de atendimentos realizados em 2011 por postos de saúde e hospitais públicos, um levantamento do Ministério da Saúde estima que no mínimo 527 mil pessoas sejam estupradas por ano no Brasil. O estudo Estupro no Brasil: uma radiografia segundo os dados da Saúde revela que 89% das vítimas são do sexo feminino e possuem, em geral, baixa escolaridade. Do total, 70% são crianças e adolescentes. Para essa parcela, o maior perigo está dentro de casa - 80% dos estupros são cometidos por parentes, namorados ou conhecidos das vítimas.
Onda de conservadorismo
A luta das mulheres por direitos, ou o movimento feminista, pode ser dividida em três momentos: as reivindicações por direitos democráticos como o direito ao voto, divórcio, educação e trabalho, nos séculos 18 e 19; a liberação sexual, impulsionada pelo aumento dos contraceptivos, no fim da década de 1960; e a luta por igualdade no trabalho, iniciada no fim dos anos 1970. Hoje, grupos feministas ainda buscam avanços no que diz respeito aos direitos reprodutivos, uma briga já ganha em alguns países, mas que enfrenta o poder das alas conservadoras em outros.
A conquista destes e de outros direitos civis no Ocidente está diretamente relacionada a uma forte resposta conservadora contra o avanço dos mesmos. Nas ciências sociais, o termo usado para esse fenômeno é a palavra “backlash”. Se por um lado a sociedade está mudando, por outro, uma parcela quer manter o que já é tradicional e se mobiliza para isso.
No Brasil, no campo da política, esse efeito se reflete na aprovação de novas leis no Congresso, principalmente em temas que discutem sexualidade, saúde reprodutiva e vida familiar. Entre os exemplos estão propostas como a criação do Estatuto da Família, de autoria do pastor e deputado Anderson Ferreira (PR-PE), que reconhece como família apenas a união entre homem e mulher; o projeto da “cura gay”, do deputado João Campos (PSDB-GO); e o Estatuto do Nascituro, com o objetivo de proibir o aborto em caso de estupro – direito assegurado por lei -- e obrigar que o pai pague pensão alimentícia às crianças concebidas mesmo em uma relação sexual forçada.
Um dos principais motivos do aumento desses projetos é a ascensão nos últimos anos da chamada bancada evangélica, que conta com um número expressivo de deputados que levam para o Congresso propostas baseadas em valores e crenças religiosas. Embora o Brasil seja um Estado laico, em que religião e o Direito teoricamente não se misturam, o processo democrático permite que o deputado tenha a liberdade de apresentar qualquer tipo de proposta para votação.
No Brasil, muitas são as iniciativas de grupos de mulheres e coletivos para diminuir a violência de gênero. No Governo Federal, quem trata do tema é a Secretaria de Política para Mulheres trabalha na ampliação de campanhas para divulgar a Lei Maria da Penha, criada em 2006 e hoje o principal instrumento jurídico para coibir e punir a violência doméstica contra mulheres.
Outra ação é o Pacto Nacional pelo Enfrentamento à Violência Contra a Mulher, criado em 2007 para articular iniciativas contra esse tipo de violência. Além disso, a ONU Mulheres no Brasil tem tomado medidas para acabar com a violência contra as mulheres. Entre elas, o Protocolo para a Investigação das Mortes Violentas de Mulheres por Razões de Gênero, a campanha "O valente não é violento" e o aplicativo "SOS Mulher", que faz parte de um projeto global por cidades seguras para mulheres e meninas.
DIRETO AO PONTO
Uma pesquisa do Ipea que apontou que 65,1% dos brasileiros concordam com a frase: "mulheres que usam roupas que mostram o corpo merecem ser atacadas” gerou polêmica e uma reação em cadeia nas redes sociais. Embora o número tenha sido corrigido dias após a divulgação –a percentagem correta é 26%--, outros questões exploradas pela pesquisa apontam que ainda há uma presença forte do machismo na sociedade brasileira.
São exemplos os resultados que apontam que para 58,5% "se mulheres soubessem se comportar, haveria menos estupros" e que na opinião de 65,1% dos entrevistados, “mulher que é agredida e continua com o parceiro gosta de apanhar”.
A pesquisa ouviu 3.810 pessoas em maio e junho do ano passado em 212 cidades. Mesmo sendo um número pequeno de entrevistados, o resultado foi suficiente para a sociedade questionar o caráter machista que ainda ronda o país.
Somam-se a essa discussão recentes denúncias sobre assédios e abusos sofridos por mulheres no transporte público, o limite das cantadas, que gerou a campanha Chega de Fiu Fiu, e projetos propostos pela ala conservadora da política nacional que interferem na liberdade de escolha das mulheres.
| Uma pesquisa do Ipea que apontou que 65,1% dos brasileiros concordam com a frase: "mulheres que usam roupas que mostram o corpo merecem ser atacadas” gerou polêmica e uma reação em cadeia nas redes sociais. Embora o número tenha sido corrigido dias após a divulgação –a percentagem correta é 26%--, outros questões exploradas pela pesquisa apontam que ainda há uma presença forte do machismo na sociedade brasileira.
São exemplos os resultados que apontam que para 58,5% "se mulheres soubessem se comportar, haveria menos estupros" e que na opinião de 65,1% dos entrevistados, “mulher que é agredida e continua com o parceiro gosta de apanhar”.
A pesquisa ouviu 3.810 pessoas em maio e junho do ano passado em 212 cidades. Mesmo sendo um número pequeno de entrevistados, o resultado foi suficiente para a sociedade questionar o caráter machista que ainda ronda o país.
Somam-se a essa discussão recentes denúncias sobre assédios e abusos sofridos por mulheres no transporte público, o limite das cantadas, que gerou a campanha Chega de Fiu Fiu, e projetos propostos pela ala conservadora da política nacional que interferem na liberdade de escolha das mulheres.
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TRABALHO DE GEOGRAFIA
Agricultura Urbana
Agricultura urbana é a agricultura praticada no interior (agricultura intra-urbana) ou na periferia (agricultura periurbana) de uma localidade, cidade ou metrópole, cultivando, produzindo, criando, processando e distribuindo uma diversidade de produtos alimentares e não alimentares, utilizando os recursos humanos e materiais, produtos e serviços encontrados dentro ou em redor da área urbana.1
A agricultura urbana é realizada geralmente em pequenas áreas e destina-se sobretudo a uma produção para utilização e consumo próprio ou para a venda em pequena escala, em mercados locais. Pratica-se principalmente em quintais, em terraços ou pátios, ou ainda em hortas urbanas – espaços comunitários ou espaços públicos não urbanizados.
trabalho de geografia
NOVAS ATIVIDADES AGRÍCOLAS E NÃO AGRÍCOLAS NO MUNICÍPIO DE
ARAGUARI-MG
Ana Cláudia Cândida*
Adairlei A. da Silva Borges **
Helaine M. N. dos Santos***
Resumo
A área rural brasileira não se restringe mais àquelas atividades relacionadas à
agropecuária e agroindústria. Nas últimas décadas esta vem ganhando novas funções
agrícolas e não-agrícolas e oferecendo novas oportunidades de trabalho e renda para
famílias. A agropecuária moderna e a agricultura de subsistência dividem espaço com
um conjunto de atividades ligadas ao lazer e prestação de serviços, reduzindo cada vez
mais os limites entre o rural e o urbano no País. E com a diversificação de atividades
implantadas nas propriedades, além da atividade principal, foi proporcionado ao campo
reformular e adotar novas funções, como a sítios de lazer, casa de campo, piscicultura,
floricultura, fruticultura de mesa, criação de pequenos animais, prestação de serviços como
restaurantes, hotéis fazenda, clubes etc. Com base nesse contexto, este trabalho tem como
objetivo mostrar quais são as novas atividades que a população rural tem utilizado para sua
sobrevivência, além daquelas tradicionais.
Palavras-chave: Meio Rural. População. Estratégias.
INTRODUÇÃO
A modernização da agricultura tem dificultado a permanência dos pequenos
produtores no campo, gerando exclusão social e desemprego, pois, a intensa competição
no mercado, tanto nacional como global, leva a uma grande maioria de pequenos
produtores, na maioria das vezes, a impossibilidade de permanência no campo.
Devido a isso surge a pluriatividade no campo brasileiro, como forma de
obtenção e ampliação da renda econômica, garantindo a sobrevivência e permanência
dos pequenos produtores no campo e como etapa de diferenciação social e econômica
das famílias agrícolas.
ARAGUARI-MG
Ana Cláudia Cândida*
Adairlei A. da Silva Borges **
Helaine M. N. dos Santos***
Resumo
A área rural brasileira não se restringe mais àquelas atividades relacionadas à
agropecuária e agroindústria. Nas últimas décadas esta vem ganhando novas funções
agrícolas e não-agrícolas e oferecendo novas oportunidades de trabalho e renda para
famílias. A agropecuária moderna e a agricultura de subsistência dividem espaço com
um conjunto de atividades ligadas ao lazer e prestação de serviços, reduzindo cada vez
mais os limites entre o rural e o urbano no País. E com a diversificação de atividades
implantadas nas propriedades, além da atividade principal, foi proporcionado ao campo
reformular e adotar novas funções, como a sítios de lazer, casa de campo, piscicultura,
floricultura, fruticultura de mesa, criação de pequenos animais, prestação de serviços como
restaurantes, hotéis fazenda, clubes etc. Com base nesse contexto, este trabalho tem como
objetivo mostrar quais são as novas atividades que a população rural tem utilizado para sua
sobrevivência, além daquelas tradicionais.
Palavras-chave: Meio Rural. População. Estratégias.
INTRODUÇÃO
A modernização da agricultura tem dificultado a permanência dos pequenos
produtores no campo, gerando exclusão social e desemprego, pois, a intensa competição
no mercado, tanto nacional como global, leva a uma grande maioria de pequenos
produtores, na maioria das vezes, a impossibilidade de permanência no campo.
Devido a isso surge a pluriatividade no campo brasileiro, como forma de
obtenção e ampliação da renda econômica, garantindo a sobrevivência e permanência
dos pequenos produtores no campo e como etapa de diferenciação social e econômica
das famílias agrícolas.
Espaço Urbano e Rural: Delimitações e Funções
Em cima dos telhados as antenas de TV tocam música urbana,
Nas ruas os mendigos com esparadrapos podres
Cantam música urbana,
Motocicletas querendo atenção às três da manhã
É só música urbana.
Os PMs armados e as tropas de choque vomitam música urbana
E nas escolas as crianças aprendem a repetir a música urbana.
Nos bares os viciados sempre tentam conseguir a música urbana.
O vento forte seco e sujo em cantos de concreto
Parece música urbana
E a matilha de crianças sujas no meio da rua
Música urbana.
E nos pontos de ônibus estão todos ali: música urbana.
Os uniformes
Os cartazes
Os cinemas
E os lares
Nas favelas
Coberturas
Quase todos os lugares
E mais uma criança nasceu.
Não há mentiras nem verdades aqui
Só há música urbana
Link: http://www.vagalume.com.br/legiao-urbana/musica-urbana-2.html#ixzz2yIW4CGJm
quarta-feira, 2 de abril de 2014
PROVA DE GEOGRAFIA
RESPOSTAS:
1) A) Para utilizada para facilitar a análise e a intervenção no espaço, principalmente num país de
grandes extensões como o nosso.
Na medida em que ocorrem transformações no espaço, torna-se necessária a reconsideração de novas divisões político-administrativas, podendo resultar na criação de novos estados, novos municípios e na definição de uma nova divisão regional.
b) São as regiões geoeconômicas que dão ênfase às características econômicas de cada parte do país.
2) São divididos em 5 região grandes região.São as regiões geoeconômicas que dão ênfase às
características econômicas de cada parte do país.
3) Dependem dos censo para serem conhecidos e atualizado.
4) A) Dado que a fertilidade feminina ou masculina não é o único fator que determina o aumento/diminuição desta taxa, deve-se ter em conta uma série de outros factores que estão relacionados com esse aumento/diminuição: sociais, fisiológicos e outros. Deste modo, a taxa de natalidade nos países desenvolvidos é, em geral, mais baixa (devido ao conhecimento de métodos contraceptivos, melhores condições médicas e econômicas), enquanto que nos países em desenvolvimento a taxa de natalidade é, em geral, superior face ao desconhecimento ou não-divulgação de métodos contraceptivos e à tendência para seguir tradições familiares e religiosas.
b) A taxa de mortalidade ou coeficiente de mortalidade é um índice demográfico que reflete o número de óbitos registrados, em média por mil habitantes, numa dada região e num período de tempo.
c) Taxa de fecundidade é uma estimativa do número médio de filhos que uma mulher teria até o fim de seu período reprodutivo, mantidas constantes as taxas observadas na referida data. Também pode ser definida como: o número médio de filhos por mulher em idade de procriar, ou seja, de 15 a 49 anos.
d) Expectativa de vida, é um tempo determinado calculado para que se saiba quanto tempo irá se viver,
onde pode ser feitos cálculos por nação, estado, ou até cidade, onde encontra-se a média de vida das pessoas que ai vivem.
1) A) Para utilizada para facilitar a análise e a intervenção no espaço, principalmente num país de
grandes extensões como o nosso.
Na medida em que ocorrem transformações no espaço, torna-se necessária a reconsideração de novas divisões político-administrativas, podendo resultar na criação de novos estados, novos municípios e na definição de uma nova divisão regional.
b) São as regiões geoeconômicas que dão ênfase às características econômicas de cada parte do país.
2) São divididos em 5 região grandes região.São as regiões geoeconômicas que dão ênfase às
características econômicas de cada parte do país.
3) Dependem dos censo para serem conhecidos e atualizado.
4) A) Dado que a fertilidade feminina ou masculina não é o único fator que determina o aumento/diminuição desta taxa, deve-se ter em conta uma série de outros factores que estão relacionados com esse aumento/diminuição: sociais, fisiológicos e outros. Deste modo, a taxa de natalidade nos países desenvolvidos é, em geral, mais baixa (devido ao conhecimento de métodos contraceptivos, melhores condições médicas e econômicas), enquanto que nos países em desenvolvimento a taxa de natalidade é, em geral, superior face ao desconhecimento ou não-divulgação de métodos contraceptivos e à tendência para seguir tradições familiares e religiosas.
b) A taxa de mortalidade ou coeficiente de mortalidade é um índice demográfico que reflete o número de óbitos registrados, em média por mil habitantes, numa dada região e num período de tempo.
c) Taxa de fecundidade é uma estimativa do número médio de filhos que uma mulher teria até o fim de seu período reprodutivo, mantidas constantes as taxas observadas na referida data. Também pode ser definida como: o número médio de filhos por mulher em idade de procriar, ou seja, de 15 a 49 anos.
d) Expectativa de vida, é um tempo determinado calculado para que se saiba quanto tempo irá se viver,
onde pode ser feitos cálculos por nação, estado, ou até cidade, onde encontra-se a média de vida das pessoas que ai vivem.
5) A correta interpretação das tendências demográficas é fundamental para a qualidade do planejamento estratégico.
6) Fontes de pequenas coordenação de população e indicadores sociais.
7) De acordo com a síntese dos indicadores sociais 2010, embora abaixo do nível de reposição da população, que seria de dois filhos em médica por mulher, a taxa de fecundidade média das brasileiras (1,94 filho por mulher, em 2009). apresentava importantes diferenças, sobretudo em função da escolaridade.
8) Aproximadamente 191 milhões de habitante estão distribuindo de forma desigual pelo território Brasileiro, refere-se a dado do IBGE sobre o número de habitantes por estado.
9) a) Êxodo rural é o termo pelo qual se designa o abandono do campo por seus habitantes, que, em busca de melhores condições de vida, se transferem de regiões consideradas de menos condições de sustentabilidade a outras, podendo ocorrer de áreas rurais para centros urbanos.
b) tiveram lugar em todos os tempos e numa variedade de circunstâncias. Têm sido, tribais, nacionais, internacionais, de classes ou individuais. As suas causas têm sido políticas, econômicas, religiosas, étnicas ou por mero amor à aventura. As suas causas e resultados, são fundamentais para o estudo da etnologia, história política ou social, e para a economia política.
10) Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) é uma medida comparativa usada para classificar os países pelo seu grau de "desenvolvimento humano" e para ajudar a classificar os países como desenvolvidos (desenvolvimento humano muito alto).
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